quinta-feira, 25 de abril de 2013

GASTROENTERITE



GASTROENTERITE 



  •  INTRODUÇÃO.
  •  CAUSAS.
  •  SINTOMAS.
  •  TRATAMENTO.
  •  PREVENÇÃO.
  •  REFERÊNCIAS.




INTRODUÇÃO

        Gastroenterite significa inflamação do estômago e do intestino.    Gastroenterite mais frequente é a causada por toxinas bacterianas que contaminam os alimentos (Intoxicação alimentar).
    As toxinas produzidas pelas bactérias actuam no estômago e parte próximal do intestino. O mau acondicionamento, incluindo a má refrigeração dos alimentos, são consideradas as causas mais frequentes de epidemias em grandes eventos como é o caso de casamentos, batizados, creches, etc.
        A gastroenterite está associada a um grupo de distúrbios cujas causas são as infecções e cujos sintomas são vários dos quais são exemplo: perda de apetite, náuseas, vômitos, diarreia leve a intensa, cólicas e o desconforto abdominal. Juntamente com a água, ocorre a perda de eletrólitos (sobretudo de sódio e potássio) do organismo.
     Para o adulto saudável, o desequilíbrio eletrolítico é apenas inconveniente. No entanto, ele pode causar uma desidratação potencialmente letal em indivíduos muito doentes, muito jovens ou idosos.






CAUSAS
     As epidemias de diarréia em lactentes, crianças e adultos geralmente são causadas por microrganismos presentes na água ou em alimentos contaminados por fezes infectadas.
     As infecções também podem ser transmitidas de pessoa para pessoa, sobretudo quando um indivíduo com diarréia não procede à lavagem das mãos de modo adequado e eficaz. Determinadas bactérias produzem toxinas que fazem com que as células da parede intestinal secretem eletrólitos e água.
     Uma dessas toxinas é responsável pela diarréia aquosa, a qual é um sintoma da cólera.
     Uma toxina produzida por uma bactéria comum, a Escherichia coli (E. coli) pode causar a diarréia do viajante e alguns surtos de diarréia em berçários hospitalares.
      Algumas bactérias, como certas estirpes de E. coli, Campylobacter, Shigella e Salmonella (inclusive o tipo que causa a febre tifóide), invadem o revestimento interno do intestino. Esses microrganismos lesam as células subjacentes e causam pequenas ulcerações que sangram e permitem uma considerável perda de um líquido que contém proteínas, eletrólitos e água.
     Além das bactérias, vários vírus causam gastroenterite. Durante o inverno nas zonas temperadas, os rotavírus causam a maioria dos casos de diarréia grave o suficiente para exigir a internação de lactentes e crianças maiores.
     Além do estômago e do intestino, as infecções por enterovírus e adenovírus também podem afetar os pulmões. Determinados parasitas intestinais, particularmente a Giardia lamblia, invadem ou aderem ao revestimento intestinal e causam náusea, vômito, diarréia e uma sensação de mal estar geral.
     A gastroenterite pode ser decorrente da ingestão de substâncias químicas tóxicas encontradas em frutos do mar, plantas (p. Ex., cogumelos e batatas) ou em alimentos contaminados.
     Além disso, a intolerância à lactose - incapacidade de digerir e absorver o açúcar do leite (lactose) - pode causar gastroenterite. Os sintomas, que ocorrem após a ingestão de leite, algumas vezes são erradamente considerados como indicadores de uma alergia ao leite.
    A ingestão acidental de metais pesados (p. Ex., arsênico, chumbo, mercúrio ou cádmio) na água ou num alimento pode desencadear subitamente náuseas, vômitos e diarréias. Muitos medicamentos, incluindo os antibióticos, também causam cólicas abdominais e diarréia.
SINTOMAS


     O tipo e a gravidade dos sintomas dependem do tipo e da quantidade do microrganismo ou da toxina ingerida. Os sintomas também variam de acordo com a resistência do indivíduo à doença. Freqüentemente, os sintomas iniciam-se de forma súbita e, algumas vezes, dramática, com perda do apetite, náusea ou vômito.
    O indivíduo pode apresentar ruídos intestinais audíveis, cólicas abdominais e diarréia com ou sem sangue e muco visíveis. A distensão de alças intestinais pelo acúmulo de gás pode provocar dor.
    O indivíduo pode apresentar febre, mal estar generalizado, dores musculares e uma fadiga extrema. O vômito e a diarréia intensos podem acarretar uma desidratação importante e uma queda grave da pressão arterial (choque).
    Os vômitos e as diarréias excessivas provocam a perda de potássio, com consequente redução da sua concentração no sangue (hipocalemia).
    A concentração baixa de sódio no sangue (hiponatremia) também pode ocorrer, especialmente quando a reposição líquida é realizada com a ingestão de líquidos contendo pouco ou nenhum sal (p. Ex., água e chá). Todos esses desequilíbrios são potencialmente graves.


DIAGNÓSTICO

    O diagnóstico da gastroenterite normalmente é óbvio a partir da sintomatologia. No entanto, a sua causa frequentemente não é evidente. Algumas vezes, outros membros da família ou colegas de trabalho adoeceram recentemente e apresentaram sintomas semelhantes.
    Outras vezes, o indivíduo pode relacionar a doença com a ingestão de alimentos cozinhados de modo inadequado, estragados ou contaminados, como uma maionese que permaneceu durante muito tempo fora de temperaturas de refrigeração.
    Quando os sintomas são graves ou persistem por mais de 48 horas, devem ser realizados exames de fezes, no sentido de se investigar a presença de leucócitos, bactérias, vírus ou parasitas.
    A análise do vômito, dos alimentos ou do sangue também pode ajudar na identificação da causa.

TRATAMENTO

     Normalmente, o único tratamento necessário para a gastroenterite é ingestão de uma quantidade adequada de líquidos. Mesmo o indivíduo que apresenta vômito deve ingerir pequenas quantidades de líquido, pois este corrige a desidratação, o que, por sua vez, ajuda a interromper o vômito.
     Quando o vômito for prolongado ou quando o indivíduo apresentar uma desidratação grave, deve ser realizada a reposição hidroeletrolítica (água e eletrólitos) por via intravenosa.
    Como as crianças desidratam mais rapidamente, elas devem receber líquidos com uma mistura adequada de sais e açúcares. Qualquer solução de reidratação comercial é eficaz.
    Entretanto, os líquidos normalmente utilizados (p. Ex., refrigerantes, chás, isotônicos e sucos de frutas) não são adequados para as crianças com diarreia. Quando o vômito é muito intenso, o médico deve administrar uma injeção ou prescrever um supositório.
    À medida que os sintomas melhoram, o indivíduo pode introduzir lentamente alimentos leves e pouco processados (p. Ex., cereais cozidos, bananas, arroz, compota de maçã e torradas) à sua alimentação.
    Se a dieta modificada não eliminar a diarreia em 12 a 24 horas e se o indivíduo apresentar sangue nas fezes (indicando uma infecção bacteriana mais grave), deverá ser aconselhado por um médico para lhe ser administrado algum medicamento.
    Como os antibióticos podem causar diarreia e estimular o crescimento de microrganismos resistentes a eles, raramente eles são adequados, mesmo quando uma bactéria conhecida é a causadora da gastroenterite.
    No entanto, os antibióticos podem ser usados quando a causa do distúrbio são determinadas bactérias (p. Ex., Campylobacter, Shigella e Vibrio cholerae).









PREVENÇÃO

Ø  L ave suas mãos com sabonete (durante 15 segundos) regularmente, isto permite se preservar de uma contaminação e evitar a transmissão a outras pessoas. É muito recomendado, sobretudo se cuidar de bebês.

Ø   Em caso de gastroenterite na família ou em locais públicos, é aconselhável evitar compartilhar copos.

Ø  Tome cuidado com quem você beija ou abraça, pois a transmissão pode ser feita muito facilmente.

Ø  Evite comer alimentos que ultrapassaram a data de validade a fim de prevenir uma intoxicação alimentar.

Ø  Utilize luvas descartáveis em caso de contaminação de gastroenterite em asilos ou outros locais fechados e muito movimentados.

Ø  Se as roupas estiverem contaminadas por vômitos ou fezes, lave-as a 60°C.

Ø  Desinfete as superfícies (banheiros, pisos,...) contaminadas por vômitos ou fezes.




REFERÊNCIAS



http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/indice-de-doencas-e-condicoes/gastroenterite-viral-saiba-o-que-e.html

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Célula Vegetal








A célula vegetal

célula vegetal é semelhante à célula animal mas contém algumas peculiaridades como a parede celular e os cloroplastos. Está dividida em: Componentes protoplasmáticos que são um composto de organelas celulares e outras estruturas que sejam ativas no metabolismo celular. Inclui o núcleo, retículo endoplasmático, citoplasma, ribossomos, complexo de Golgi, mitocôndrias, lisossomos e plastos ecomponentes não protoplasmáticos são os resíduos do metabolismo celular ou substâncias de armazenamento. Inclui vacúolos, parede celular e substâncias ergástricas.



Vacúolo
É uma cavidade delimitada por uma membrana (tonoplasto) e contém o suco celular que é composto desubstâncias ergástricas e algumas em células podem conter pigmentos como as flavonas e antocianinas. Células jovens geralmente têm vários vacúolos pequenos que ao longo de seu desenvolvimento se fundem em um mega vacúolo. Eles atuam na regulação osmótica expulsando água da célula ou podem se fundir aos lisossomos e participar do processo de digestão intracelular. Origina-se do complexo de golgi.
Substâncias ergástricas
São substâncias de reserva ou resíduos, produtos, do metabolismo celular.
  • Amido: são partículas sólidas com formas variadas, pode ser encontrado no cloroplasto ou no leucoplasto. Formam grãos com muitas camadas centradas em um ponto chamado hilo.
  • Proteína: as proteínas ergástricas são material de reserva e se apresentam no endosperma de muitas sementes em forma de grãos de aleurona.
  • Lipídios: pode ocorrer em forma de óleo ou gordura se for para armazenamento ou em forma de terpenos que são produtos finais como óleos essenciais e resinas.
  • Taninos: um grupo de compostos fenólicos que podem ficar em vários órgãos vegetais (se acumulam no vacúolos) e podem impregnar a parede celular
Plasto
É originado do protoplastídeo e tem configurações diferentes, com várias especialidades: Cloroplastos,são plastos de clorofila, responsável pela fotossíntese. Só são encontrados em células expostas à luz. É formado por uma membrana externa e uma interna que sofre invaginações formando sacos empilhados, os tilacóides. Alguns se dispõem uns sobre os outros formando uma pilha chamada granum (plural =grana). A matriz interna é chamada de estroma e pode conter granululos de amido espalhados por ele. São derivados dos cromoplastos. Cloroplastos possuem seu próprio DNA e ribossomos, são relativamente independentes do resto da célula (principalmente do núcleo). Cromoplastos São plastos coloridos (contém pigmentos) de estrutura irregular que dão origem aos cloroplastos. Seus principais pigmentos são os carotenóides (coloração da cenoura) e xantofilas que dão coloração para flores e frutos. LeucoplastosSão incolores e servem para acumular substâncias diversas como proteínas, amidos e lipídios. Dependendo da substância que acumulam, recebem nomes diferentes: oleoplastos, proteoplastos, amiloplastos, etc.




Meristema



Meristema

Após a fecundação, a célula ovo ou zigoto sofre diversas divisões até resultar no embrião. Inicialmente todas as células se dividem, porém com o desenvolvimento da planta a função de “se dividir para promover o crescimento” vai ficando restrita à um determinado grupo de células. Quando o vegetal atinge a fase adulta, ele ainda apresenta células embrionárias (capazes de se dividir e se multiplicar para continuar o processo de crescimento). Esses tecidos responsáveis pelo desenvolvimento do vegetal são os meristemas. São compostos de células indiferenciadas que se dividem continuamente, são as células meristemáticas. Existem dois tipos de meristemas, se considerarmos a origem deles:

Meristema Primário

Este meristema tem como função promover o crescimento longitudinal (altura). É este tecido que aparece primeiro na extremidade da radícula e nos cotilédones da semente, denominando-se também meristema apical (quando leva-se em consideração a posição que ocupa no vegetal). A atividade deste meristema leva à formação do tecido primário ou corpo primário da planta.

Meristema Secundário

Este promove um crescimento latitudinal (largura, espessura) a partir do tecido primário (produto do meristema primário). São meristemas secundários: câmbio vascular (centro da raiz ou do caule) e felogênio (periferia da raiz ou do caule). Também conhecidos como meristemas laterais, quando a posição que ocupa no vegetal é levada em conta.
meristema secundario
As células deste meristema se dividem periclinalmente e com isso vão adicionando camadas e mais camadas, aumentando o diâmetro do vegetal. Sempre se sobrepondo aos tecidos já existentes. Resultando no corpo ou tecido secundário. O câmbio aumenta a quantidade de tecidos vasculares e o felogênio originará a epiderme da planta.
As dicotiledôneas anuais de pequeno porte assim como a maioria das monocotiledôneas, iniciam e finalizam seu ciclo vital formando apenas a estrutura primária. Em contrapartida, a maioria das dicotiledôneas e também as gimnospermasapresenta um crescimento secundário.
Bibliografia:
- CUTTER, E.G. 1986. Anatomia Vegetal. Parte I – Células e Tecidos. 2ª ed. Roca. São Paulo.
- APEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S.M. 2003. Anatomia Vegetal. Ed. UFV – Universidade Federal de Viçosa. Viçosa.
- FERRI, M.G., MENEZES, N.L. & MONTENEGRO, W.R. 1981. Glossário Ilustrado de Botânica. Livraria Nobel S/A. São Paulo.

Briófitas


Briófitas
Briófitas (do gergo bryon: 'musgo'; e phyton: 'planta') são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados.
O corpo do musgo é formado basicamente de três partes ou estruturas:
  • rizoides - filamentos que fixam a planta no ambiente em que ela vive e absorvem a água e os sais minerais disponíveis nesse ambiente;
  • cauloide - pequena haste de onde partem os filoides;
  • filoides -estruturas clorofiladas e capazes de fazer fotossíntese.


Estrutura das briófitas

Essas estruturas são chamadas de rizoides, cauloides e filoides porque não têm a mesma organização de raízes, caules e folhas dos demais grupos de plantas (a partir das pteridófitas). Faltam-lhes, por exemplo, vasos condutores especializados no transporte de nutrientes, como a água. Na organização das raízes, caules e folhas verdadeiras verifica-se a presença de vasos condutores de nutrientes.
Devido a ausência de vasos condutores de nutrientes, a água absorvida do ambiente e é transportada nessas plantas de célula para célula, ao longo do corpo do vegetal. Esse tipo de transporte é relativamente lento e limita o desenvolvimento de plantas de grande porte. Assim, as briófitas são sempre pequenas, baixas.
Acompanhe o raciocínio: se uma planta terrestre de grande porte não possuísse vasos condutores, a água demoraria muito para chegar até as folhas. Nesse caso, especialmente nos dias quentes - quando as folhas geralmente transpiram muito e perdem grande quantidade de água para o meio ambiente -, elas ficariam desidratadas (secariam) e a planta morreria. Assim, toda a planta alta possui vasos condutores.

Hepática
Mas nem todas as plantas que possuem vasos condutores são altas; o capim, por exemplo, possui vasos condutores e possui pequeno porte. Entretanto, uma coisa é certa: se a planta terrestre não apresenta vasos condutores, ela terá pequeno porte e viverá em ambientes preferencialmente úmidos e sombreados.
Musgos e hepáticas são os principais representantes das briófitas. O nome hepáticas vem do grego hepathos, que significa 'fígado'; essas plantas são assim chamadas porque o corpo delas lembra a forma de um fígado.
Os musgos são plantas eretas; as hepáticas crescem "deitadas" no solo. Algumas briófitas vivem em água doce, mas não se conhece nenhuma espécie marinha.


Reprodução das briófitas
Para explicar como as briófitas se reproduzem, tomaremos como modelo o musgo mimoso. Observe o esquema abaixo.
Os musgos verdes que vemos num solo úmido, por exemplo, são plantas sexuadas que representam a fase chamada gametófito, isto é, a fase produtora de gametas.
Nas briófitas, os gametófitos em geral têm sexos separados. Em certas épocas, os gametófitos produzem uma pequena estrutura, geralmente na região apical - onde terminam os filoides. Ali os gametas são produzidos. Os gametófitos masculinos produzem gametas móveis, com flagelos: os anterozoides. Já os gametófitos femininos produzem gametas imóveis, chamados oosferas. Uma vez produzidos na planta masculina, os anterozoides podem ser levados até uma planta feminina com pingos de água da chuva que caem e respingam.

Na planta feminina, os anterozoides nadam em direção à oosfera; da união entre um anterozoide e uma oosfera surge o zigoto, que se desenvolve e forma um embrião sobre a planta feminina. Em seguida, o embrião se desenvolve e origina uma fase assexuada chamada esporófito, isto é, a fase produtora de esporos.

No esporófito possui uma haste e uma cápsula. No interior da cápsula formam-se os esporos. Quando maduros, os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. Cada esporo, então, pode se desenvolver e originar um novo musgo verde - a fase sexuada chamada gametófito.
Como você pode perceber, as briófitas dependem da água para a reprodução, pois os anterozoides precisam dela para se deslocar e alcançar a oosfera.
O musgo verde, clorofilado, constitui, como vimos, a fase denominada gametófito, considerada duradoura porque o musgo se mantém vivo após a produção de gametas. Já a fase denominada esporófito não tem clorofila; ela é nutrida pela planta feminina sobre a qual cresce. O esporófito é considerado uma fase passageira porque morre logo após produzir esporos.
 Fonte :http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/briofitas.php

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Benzeno

 Benzeno

Um carro estacionado na sombra durante um dia com as janelas fechadas pode conter de 400-800 mg. de Benzeno. Se está no sol a uma temperatura superior a 16º C., o nível de Benzeno subirá a 2000-4000 mg, 40 vezes mais o nível aceitável... 
A pessoa que entra no carro mantendo as janelas fechadas inevitavelmente aspirará em rápida sucessão, excessivas quantidades desta toxina. 

O Benzeno é uma toxina que 
afeta o rim e o fígado. E o que é pior, é extremamente difícil para o organismo expulsar esta substância tóxica.

Ar condicionado ou ar simples dos  Automóveis 

O manual do condutor indica que antes de ligar o ar condicionado, deve-se primeiramente 
abrir as janelas e deixá-las assim por um tempo de dois minutos, porém não especificam "o porquê", só deixam entender que é para seu "melhor funcionamento". 

Aqui vem a razão médica:

De acordo com um estudo realizado, o ar refrescante antes de sair frio, manda todo o ar do plástico quente o qual libera Benzeno, que causa câncer (leva-se um tempo para dar-se conta do odor do plástico quente no carro). Por isto é a importância de manter os vidros abertos uns minutos.

"Por favor não ligar o ar condicionado ou simplemente o ar, imediatamente ao se entrar no carro.
Primeiramente deve-se abrir as janelas e depois de um momento, ligar o ar e manter as janelas abertas uns 2 (dois) minutos."


Além de causar câncer, o Benzeno envenena os ossos,  causa anemia e reduz as células brancas do sangue.
Uma exposiçãoprolongada pode causar Leucemia, incrementando o risco de câncer.
Também pode causar um aborto. O nível apropriado de Benzeno em lugares fechados é de 50 mg/929 cm2. 


Assim amigos, por favor, antes de entrar no carro, abrir as janelas e a porta para assim dar tempo a que o ar interior saia e disperse esta toxina mortal. 


O que é Benzeno ?
Benzeno é um hidrocarboneto classificado como hidrocarboneto aromático, e é a base para esta classe de hidrocarbonetos: todos os aromáticos possuem um anel benzênico (benzeno), que, por isso, é também chamado de anel aromático, possui a fórmula C6H6.




benzeno se apresenta em condições como um líquido incolor de aroma doce característico. Mas seu vapor não deve ser aspirado já que ele é altamente tóxico, seus vapores causam de imediato, tonturas e em grande quantidade até inconsciência. A longo prazo, a inalação de benzeno é associada inclusive como causa de certos tipos de câncer, como leucemia. Outros compostos aromáticos são o naftaleno, antraceno, tolueno, fenol e etc. Todos eles possuem em sua estrutura anéis benzênicos.
compostos benzeno
benzenoEsse composto é o mais simples a apresentar o fenômeno daaromaticidade. Caracterizada por haver um anel, que apresenta uma estabilidade maior do que a esperada para a sua composição. Isso se deve aos elétrons que circulam pela sua cadeia. O benzeno possui duas formas de ressonância  aceitáveis que, para melhor entendimento, digamos que se alternam e assim estabilizam todas as ligações. Um das provas dessa alternância entre as formas é que todas as ligações carbono-carbono do benzeno são do mesmo tamanho. Um comprimento intermediário entre a dupla ligação e a ligação simples. Por isso a estrutura mais provável de um benzeno é uma mistura entre suas duas formas de ressonância.
benzeno2Descoberto por Michael Faraday  em 1825, ele se tornou um composto presente em diversos aspectos da nossa vida. O principal deles é nos combustíveis fósseis. O melhor tipo de petróleo, o petróleo aromático, possui compostos aromáticos em abundância na sua composição. A região do Oriente Médio é rica nesse tipo de petróleo.
A reatividade do Benzeno não pode ser comparada com a reatividade de cadeias abertas que possuem ligações duplas. A grande estabilidade do Benzeno faz com que ele reaja de maneira diferente. Por exemplo, uma reação conhecida é a de adição de Bromo em uma dupla ligação. A ligação é quebrada e cada átomo de Bromo se adiciona a cadeia como se fosse um Hidrogenio. Isso não acontece no Benzeno. Nele acontece umasubstituição eletrofílica aromática, isso é um dos Hidrogênios é substituído por um dos Bromos. Os reagentes que geralmente atacam o benzeno são os eletrófilos, ou seja eles tem afinidade por elétrons.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Sugestão de Aula


Monocotiledônea e Dicotiledônea | Sugestão de Aula





A – características das dicotiledôneas; B - características das monocotiledôneas.
SUGESTÃO DE AULA PRÁTICA RELACIONANDO AS DIFERENÇAS ENTRE MONOCOTILEDÔNEA E DICOTILEDÔNEA


As monocotiledôneas e dicotiledôneas são duas classes de vegetais que pertencem às plantas angiospermas (plantas com sementes contidas no interior dos frutos) e também fanerógamas (plantas com flores), atualmente classificadas como magnoliófitas, reunindo aproximadamente 230 mil espécies.

Monocotiledôneas
Grupo de vegetais cuja principal característica é a manifestação de apenas um cotilédone compondo a semente.

Dicotiledôneas
Grupo de vegetais contendo dois cotilédones envolvidos pela semente.

Cotilédone → Substância de reserva energética transferida ao desenvolvimento do embrião durante a germinação.

Outras diferenças distinguíveis entre os grupos:

CARACTERÍSTICA
Monocotiledônea
Dicotiledônea
Inserção foliar
InvaginantePeciolada
Nervuras foliares
Paralelas (paralelinérvea)Reticuladas (peninérvea)
Caule
Vasos condutores de seiva irregularmente espalhados pelo caule (difusos)Vasos condutores de seiva dispostos ordenadamente na periferia do caule ao redor do cilindro central
Raízes
Fasciculada ou cabeleira
(não possui raiz com eixo principal)
Axial ou pivotante
(possui raiz com eixo principal)
Flores
Trímeras
(formadas por 3 pétalas ou seus múltiplos)
Tetrâmeras ou pentâmeras
(formadas por 4 ou 5 pétalas, ou seus múltiplos)
Frutos
Subdivididos em 3 carpelos (lojas / repartições)Subdivididos em 2 ou 5 carpelos
Exemplos
Milho, bambu, cana-de-açúcar, alho, arroz, palmeiras, grama, cebola, etc.Feijão, amendoim, café, girassol, laranja, mamão, abacate, seringueira, etc.

SUGESTÃO PRÁTICA

Procedimento: o professor deverá reunir exemplares botânicos conforme as características mencionadas acima, expondo o conteúdo teórico juntamente ao material biológico referente. Esse tipo de dinâmica, permitindo aproximação do aluno com o objeto mencionado, contribui com a fixação do aprendizado.

Dependendo da disponibilidade do professor, programação da escola e autorização dos pais (caso o aluno seja menor de idade) é possível organizar um momento extra-sala, possibilitando aos alunos passeio educativo.

Nessa ocasião, o professor em visita anterior a um bosque (próximo a escola), deverá observar a vegetação in loco, montando uma trajetória (trilha) conveniente ao assunto explicado, ou seja, durante a escolha do percurso, alguns vegetais identificados deverão servir de exemplo para análise dos aspectos que diferenciam as monocotilédones das dicotiledôneas.
Por Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola

Abacateiro

ABACATEIRO
 
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Abacate e folhagem do abacateiro





O abacateiro, cujo fruto é o abacate, também designado como abacado, loiro-abacate e louro-abacate é uma espécie da família Lauraceae, de nome científico Persea americana Mill.. É uma árvore de grande porte, de crescimento rápido, ultrapassando os 30 metros de altura, nativa da América Central e México. Possui folhas coriáceas, lanceoladas e lustrosas e flores pequenas (5 a 10 mm de diâmetro) de um verde esbranquiçado. Os frutos são bagas ovóides ou piriformes (em forma de pera), de casca verde-escuro e polpa cremosa, adocicada, rica em gordura, de cor verde-clara ou amarelada, com uma única semente grande esférica, de 3 a 5 cm de diâmetro. Os frutos das plantas selvagens são pequenos, mas as variedades cultivares apresentam frutos de dimensão considerável (7 a 20 cm de comprimento e pesam de 100 a 1000 g). Esta planta prefere solos férteis e úmidos, e clima ameno a quente, de modo que prefere climas tropicais ou subtropicais.

Uma árvore adulta pode produzir mais de uma centena de abacates em uma estação, e há sempre o incômodo dos frutos não colhidos que caem no chão, causando grande sujeira e fedor. Assim, não é uma árvore recomendada para locais de grande circulação ou arborização de ruas. Os frutos, apesar de nutritivos para os humanos, podem ser tóxicos para alguns animais.

Barlow & Martin (2002) identificam o abacate como um fruto adaptado para uma relação ecológica com mamíferos de grande porte, hoje em dia extintos (por exemplo, os herbívoros gigantes sul americanos, como as preguiças-da-terra e gonfoterídeos). O seu fruto, com um caroço apenas levemente tóxico, terá co-evoluído com esses animais já extintos, de modo a ser disperso depois de ingerido por estes e expulso, juntamente com as fezes, pronto a germinar. Com o desaparecimento dos seus parceiros ecológicos, a planta não terá tido tempo para se adaptar a uma forma de dispersão de sementes alternativa.


Flores do AbacateiroO abacate não amadurece na árvore, mas cai da árvore e tem de ser apanhado em estado verde e duro, amadurecendo depois rapidamente no chão. A quantidade de óleo presente na polpa influencia em grande parte o seu sabor. Geralmente, o fruto é colhido da árvore (para que não fique danificado ao cair no chão) assim que atinge um tamanho que indique que está pronto a amadurecer em poucos dias. O amadurecimento será ainda mais rápido se for armazenado com outros frutos, como bananas, por causa da influência do gás etileno.

 
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Laurales
Família: Lauraceae
Género: Persea
Espécie: Persea americana

Nomenclatura binomial
Persea americana
Mill.