sexta-feira, 29 de junho de 2012

Vitaminas

Biologia- Bioquímica Celular (Vitaminas)





A vitaminas são substâncias orgânicas de natureza química heterogenia. Elas atuam como coenzimas, ativando enzimas fundamentais no metabolismo dos seres vivos. Ao contrário dos carboidratos , dos lipídios e das proteínas, as vitaminas não tem função estrutural nem função energética; Além disso, são exigidas pelo organismo em doses mínimas. Cada vitamina tem um papel biológico específico; Portanto, nenhuma vitamina pode substituir outra vitamina diferente.
Tipos de vitaminas
As vitaminas podem ser classificadas de acordo com a solubilidade em lipídios (lipossolúveis) ou em água (hidrossolúveis). Assim, temos:
-Vitaminas lipossolúveis – A, D, E, K;
-Vitaminas hidrossolúveis – C e complexo B.
Na tabela a seguir, você pode verificar os principais exemplos de vitaminas, suas principais fontes e as doenças que decorrem de dua carência no organismo.
Tipo de vitamina
1. Vitamina A (Axeroftol ou retinol)
  • Principais Fontes = Leite e derivados, ovos, fígado, cenoura, laranja (os vegetais produzem o pigmento caroteno, que no corpo animal é transformado em vitaminas A).
  • Carência no organismo = Hemeralopia (cegueira noturna); Hexoftalmia (secamento da córnea, membrana translúcida do olho).
2. Vitamina D (Calciferol)
  • Principais fontes = Óleo de fígado de bacalhau, leite e seus derivados, gema de ovo, fígado de vaca.
  • Carência no Organismo = Raquitismo (ossos moles, dentição defeituosa, crescimento retardado, má absorção de cálcio e fósforo).
3. Vitamina E (Tocoferol)
  • Principais fontes = Verduras em geral , leite e seus derivados, ovos e grãos diversos (aveia, milho, feijão, etc.).
  • Carência no Organismo = Esterilidade de machos e aborto em alguns animais.
4. Vitamina K (anti-hemorrágica)
  • Principais fontes = fígado e folhas vegetais (alface, couve, repolho, acelga, etc.).
  • Carência no Organismo = Coagulação sanguínea deficiente; hemorragias.
5. Vitamina C (Ácido ascórbico)
  • Principais fontes = Frutas cítricas ( laranja, limão), acerola, banana, manga, caju, rabanete, alface, pimentão, etc.).
  • Carência no Organismo = Escorbuto (hemorragias generalizadas, anemia, queda de dentes, intensa fraqueza).
6. Vitamina B1 (Tiamina)
  • Principais fontes = Levedura de cerveja, fígado, ovos, trigo e arroz integral, frutas em geral, carnes e peixes.
  • Carência no Organismo = Beribéri (fraqueza muscular, crescimento retardado e polineurite, isto é, inflamações generalizadas de nervos periféricos).
7. Vitamina B2 (Riboflavina)
  • principais fontes = levedura de cerveja, fígado, ovos, amendoim, leite e seus derivados, vagem, acelga, etc.
  • Carência do Organismo = Quilose (irritação dos lábios), estomatice (inflamação da boca), fotofobia (intolerância à luz).
8. Vitamina V12 (Cianocobalamina)
  • Principais fontes = Leveduras, leite e seus derivados, carnes e peixes.
  • Carência do Organismo = Anemia perniciosa (presença de glóbulos vermelhos imaturos no sangue).
9. Vitamina PP (Niacinal)
  • Principais fontes = Leveduras, leite e seus derivados, carnes e peixe.
  • Carência do Organismo = Pelagra (dermatite, diarreia e intenso nervosismo).
Fonte: Livro de Biologia / Paulino

Retirado do http://resumoescolar.org/bioquimica-celular-vitaminas-biologia/

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Bioestatística


A bioestatística é a aplicação de estatística ao campo biológico e médico,. Ela é essencial ao planejamento, coleta, avaliação e interpretação de todos os dados obtidos em pesquisa na área biológica e médica. É fundamental à epidemiologia, à ecologia, à psicologia social e à medicina baseada em evidência.


Video de Estatística




Video Bioestatística

quarta-feira, 13 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Fermentação

O QUE É FERMENTAÇÃO?
A fermentação não deve ser confundida com a respiração anaeróbica (processo no qual algumas bactérias produzem energia anaerobicamente formando resíduos inorgânicos). Trata-se, na verdade, de um processo anaeróbio de transformação de uma substância em outra, produzida a partir de microorganismos, tais como bactérias e fungos, chamados nestes casos de fermentos.


A fermentação é um conjunto de reações químicas controladas enzimaticamente, em que uma molécula orgânica (geralmente a glicose) é degradada em compostos mais simples, libertando energia. Em alguns casos a fermentação é usada para modificar um material cuja modificação seria difícil ou muito cara se métodos químicos convencionais fossem escolhidos. A fermentação é sempre iniciada por enzimas formadas nas celas dos organismos vivos. Uma enzima é um catalisador natural que provoca uma mudança química sem ser afetado por isto.


Hoje sabemos que os processos fermentativos resultam da atividade de microorganismos, como as leveduras ou fermentos (fungos) e certas bactérias. A levedura comum é um fungo composto de minúsculas células tipo vegetais similares às bactérias. Suas enzimas invertase e zimase quebram o açúcar em álcool e gás carbônico. Elas crescem o pão e transformam suco de uva em vinho. Bactérias azedam o leite produzindo ácidos láctico e buturico. Células do corpo humano produzem enzimas digestivas, como pepsina e renina que transformam comida em uma forma solúvel. Exemplo de fermentação é o processo de transformação dos açúcares das plantas em álcool, tal como ocorre no processo de fabricação da cerveja, cujo álcool etilico é produzido a partir do consumo de açúcares presentes no malte, que é obtido através da cevada germinada.Outro exemplo é o da massa do (bolo, pão) onde os fermentos (leveduras) consomem amido.
De um modo geral o termo fermentação também é usado na biotecnologia para definir processos aeróbios.



COMO PODE OCORRER A FERMENTAÇÃO?

Há dois tipo de fermentação:

  • Fermentação aeróbica: ocorre na presença de oxigênio do ar, como por exemplo no ácido cítrico e na penicilina.

  • Fermentação Anaeróbica: ocorre na ausência de oxigênio, como por exemplo na cerveja, no vinagre, no iorgute e até em cãimbras.
Continue lendo no blog: http://julia3mcesb.blogspot.com.br/

sábado, 26 de maio de 2012

Aula Animais transgênicos


Foto da aula de hoje dia 26 de maio de 2012 

turma 204
imagens de turma da monica baby
                                                         








     Animais Transgênicos

INTRODUÇÃO
  



Animais transgénicos são aqueles cujo genoma foi alterado para incluir genes de outros animais ou outras espécies. Os genes seleccionados ou pedaços de DNA são transferidos por métodos da Biologia Molecular.
Assim, os animais transgénicos têm as suas propriedades hereditárias modificadas permanentemente, pela introdução de DNA recombinante nas suas células embrionárias.
As técnicas transgénicas têm sido aplicadas a diversas espécies incluindo ovelhas, vacas, galinhas, cabras, peixes, porcos e coelhos mas, os ratos têm sido, sem dúvidas os animais mais utilizados e com maior sucesso.






ANIMAIS TRANSGÊNICOS – 
NOVA FRONTEIRA DO SABER

Animais transgênicos (ou geneticamente modificados) são poderosas ferramentas de pesquisa para a
descoberta e o desenvolvimento de novos tratamentos para várias doenças humanas. Além disso,
a transgenia em animais de grande porte representa uma importante aplicação biotecnológica no sentido de se produzir em grande escala proteínas de interesse comercial. Neste artigo serão discutidos as bases da tecnologia e seu uso em pesquisas básica e aplicada.
O QUE É UM ANIMAL TRANSGÊNICO?  Uma definição de animal
transgênico é aquele com moléculas de DNA recombinante exó-genas introduzidas em seu genoma por intervenção humana. A técnica foi desenvolvida no final da década de 1970 em camundongos, o mamífero cujo genoma é, até hoje, o mais facilmente manipulável. Atualmente, a transgênia permite tanto a transferência de DNA exógeno para o animal, através da técnica de microinjeção pronuclear, quanto a alteração de DNA já existente no animal, através da recombinação homóloga em células-tronco embrioná-
rias (células ES – do inglês embryonic stem). Como o nome sugere, a microinjeção pronuclear consiste na injeção de uma solução de DNA, contendo o transgene de interesse, no pronúcleo de um óvulo recém-fertilizado. Esta metodologia faz com que várias cópias do transgene injetado se integrem em tandem em
um sítio aleatório no genoma e sejam transmitidas de forma mendeliana. O transgene deve conter todos os elementos de um gene (promotor, região codificante, sítio de adição de cauda poli-A), porém,
deve ser construído por técnicas de DNA recombinante de forma a responder alguma pergunta biológica. Assim, o transgene pode ser utilizado para super-expressar um gene de interesse em tecidos específicos do camundongo – ao avaliarmos as consequências desta super-expressão, poderemos inferir a função daquele gene. Por outro lado, o transgene pode ser utilizado para estudarmos regiões promotoras, através da construção de um transgene com a região em questão dirigindo a expressão de um gene repórter (lacZ ou GFP, por exemplo). Além disso, a microinjeção pronuclear tem sido utilizada para a geração de modelos animais para várias doenças genéticas dominantes, incluindo osteogenesis imperfecta, através da inserção
de um alelo mutado, o transgene, no genoma do camundongo.Apesar de ser uma importante ferramenta de pesquisa, esse método apresenta algumas limitações. Por causa do sítio aleatório de integração do transgene, este poderá não estar sob o controle de todos os elementos em cis (no mesmo cromossomo) que controlam a expressão do gene endógeno. Assim, a expressão temporal e espacial do transgene não seguirá o padrão de expressão do gene endógeno. Além disso, no que diz respeito a modelos de doenças genéticas, a introdução de um terceiro alelo, o transgene mutante, cria uma situação artificial no que diz respeito à proporção entre os transcritos normais e mutantes. Enquanto uma pessoa com uma doença genética dominante possui um alelo normal e um mutado, o camundongo transgênico possuirá os dois alelos endógenos normais e diversas cópias do alelo mutante (transgene). Esta proporção pode ser crítica em doenças suscetíveis a efeitos de dosagem gênica.
MANIPULAÇÃO DO GENOMA DO CAMUNDONGO ATRAVÉS DE CÉLULAS   Recentemente, a combinação do cultivo de células ES e da recombinação homóloga resultou na criação de um método alternativo e mais preciso para manipular o genoma do camundongo. 
Linhagens de células-tronco embrionárias são células não diferenciadas, derivadas do botão embrionário de blastocistos, que têm como característica principal a pluripotência. Ou seja, quando
reintroduzidas em um blastocisto, as células ES possuem capacidade de retomar o desenvolvimento normal, colonizando diferentes tecidos do embrião, incluída a linhagem germinativa. As células ES podem ser modificadas geneticamente em cultura através da recombinação homóloga, processo que promove
a substituição do alelo normal de um gene específico pela versão mutada do mesmo, construída no
laboratório. Dessa forma, são obtidas linhagens de células ES geneticamente modificadas. Estas
são agregadas a mórulas de camundongos in vitro e, assim, incorporadas ao embrião. Os camundongos resultantes serão quimeras formadas de células do embrião recipiente e das células ES
recombinantes. Se estas últimas colonizarem a linhagem germinativa dos animais quiméricos, a
mutação será então transmitida às novas gerações de camundongos, criando uma linhagem de
camundongos “nocaute” (onde aquele gene foi nocauteado). A capacidade de modificar regiões específicas do genoma do camundongo por recombinação homóloga permite a criação em potencial
de camundongos com qualquer genótipo desejado. Estes animais
são uma ferramenta importante para o estudo de função gênica através da observação das conseqüências fenotípicas da alteração do gene em questão. De fato, com a recente disponibilização da seqüência completa do genoma humano, o grande desafio em pesquisas biomédicas passou da identificação de genes para a determinação da função dos 20 mil a 25 mil genes do nosso genoma. Neste contexto,
a possibilidade de se alterar genes específicos no genoma do camundongo permite a investigação de função gênica in vivo.
http://i51.tinypic.com/dfc4kn.gif


COMO ANIMAIS TRANSGÊNICOS CONTRIBUEM PARA NOSSO BEM ESTAR? Os benefícios do uso de animais transgênicos para o bemestar do ser humano são amplos, na medida que eles auxiliam pesquisas que geram maior conhecimento de biologia humana. Esses conhecimentos, por sua vez, podem se traduzir em melhora de qualidade de vida humana. Mas os benefícios mais diretos e biotecnológicos do uso de animais transgênicos podem ser divididos em pelo menos três grupos: agricultura, medicina e indústria. Na agricultura, a transgenia permite a criação de animais de grande
porte com características comercialmente interessantes, cuja produção por técnicas clássicas de cruzamentos e seleção são extremamente demoradas. Assim, existem vacas transgênicas que produzem mais leite, ou leite com menos lactose ou colesterol, porcos e
gado transgênicos com mais carne e ovelhas transgênicas que produzem mais lã. Além disso, há um grande esforço no sentido de se produzir animais resistentes a doenças, como a gripe suína ou a febre aftosa em bovinos. Porém, isso dependerá da identificação de genes responsáveis pela resistência a essas doenças.
As aplicações médicas são várias e incluem o polêmico xenotransplante, ou seja, o transplante de órgãos animais para o ser humano. Estima-se que, a cada ano, são necessários 5 mil órgãos para transplantes nos Estado Unidos, e essa demanda não é atendida por doadores. A transgenia vem sendo utilizada para a criação de porcos imuno-compatíveis com o ser humano – através da técnica de nocaute, foi produzida uma linhagem de porcos que não expressa uma proteína imunogênica em seres humanos, e, atualmente, está
sendo testado o transplante de corações desses animais para macacos. No entanto, é importante ressaltar que, se por um lado o xenotransplante resolveria a questão da disponibilidade de órgãos para transplantes, ele cria uma outra questão séria de biossegurança, criando o risco de transmissão de patógenos suínos para o ser humano. Além disso, a transgenia em animais de grande porte vem sendo utilizada para a produção
de fármacos. Produtos como insulina, hormônio de crescimento e fator de coagulação podem ser obtidos do leite de vacas, cabras ou ovelhas transgênicas.  Finalmente, a aplicação da transgenia na indústria, de forma equivalente à na medicina, visa à criação de bio-reatores, animais transgênicos de grande porte produzindo uma proteína de interesse comercial em algum tecido de fácil purificação. Um exemplo é a cabra transgênica que produz em seu leite uma proteína da teia de aranha. A purificação em grande escala desses polímeros a partir do leite permite a criação de um material leve e flexível com enorme resistência, que poderá ser usado em aplicações militares (coletes e uniformes a prova de bala) e médicas (fio de sutura), entre outras. NOBEL DE MEDICINA E FISIOLOGIA DE 2007 O Prêmio Nobel de medicina de 2007 foi dado aos três cientistas que em conjunto criaram a técnica de produzir camundongos nocaute: Oliver Smith, Martin Evans e Mario Capecchi. O primeiro camundongo nocaute foi anunciado em 1989, um modelo animal para a doença de Lesh-Nyham, doença neurológica rara que, entre outros sintomas, gera crises de auto-flagelação nas crianças afetadas. Desde então, essa técnica foi incorporada por inúmeros grupos de pesquisa no mundo inteiro, que a utilizam para gerar animais mutantes que auxiliem em suas pesquisas. Hoje, existem camundongos nocaute para mais de 500 doenças como câncer, diabetes e doenças neurodegenerativas, que são utilizados para se entender melhor cada uma dessas doenças, desenvolver e testa novas terapias. Além disso, um esforço internacional em andamento pretende mutar cada um dos 20 mil genes do genoma do camundongo, criando uma coleção de animais nocaute, cada um com um gene diferente alterado. Esses animais mutantes nos ajudarão a entender melhor a biologia do camundongo e, logo, a do ser humano também. Em 1994, com o financiamento da Fapesp e do CNPq, montei na USP um laboratório para criar camundongos nocaute. Além da verba, tive o privilégio de conseguir reunir uma equipe extremamente competente e dedicada. Em 1999, estabelecemos as primeiras linhagens de células-tronco embrionárias de camundongo no país, e, em 2001, os primeiros camundongos nocaute completamente made in Brazil – modelos animais para a síndrome de Marfan, doença que pode levar à morte por ruptura da aorta. Em modelos como os nossos foi desenvolvida uma nova terapia para essa síndrome que agora está sendo testada em pacientes, ilustrando a importância desses animais para a saúde humana. Por que demoramos 12 anos para estabelecer essas técnicas no Brasil, e estamos correndo atrás de outros 7 anos de atraso das pesquisas com células-tronco embrionárias humanas? Não sei, talvez por falta de uma política de metas mais claras de desenvolvimento científico que incentive o estabelecimento de novas linhas de pesquisa no país. Sei que o que não falta no Brasil são pesquisadores competentes e
entusiasmados. Precisamos que o governo se entusiasme também com a ciência brasileira, e que esse entusiasmo se reflita em financiamento consistente à pesquisa, e na legalização do uso de animais em
experimentação – sem eles a nossa capacidade de fazer ciência ficará absolutamente limitada.


Lygia da Veiga Pereira é professora associada e chefe do Laboratório de Genética Molecular do
Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da USP.




quinta-feira, 24 de maio de 2012

OGMS





 O primeiro organismo geneticamente modificado ou transgênico criado foi a bactéria Escherichia coli, que sofreu adição de genes humanos para a produção de insulina na década de 1980.
# Em 1983 foi obtida a primeira planta transgênica: uma planta de tabaco resistente a um tipo de antibiótico.
A primeira vacina geneticamente modificada criada foi contra a hepatite B, em 1984.
As plantas geneticamente modificadas resistentes a insetos, vírus e bactérias foram testadas em plantações pela primeira vez em 1985.
# Em 1987, no Reino Unido, foram adcionados genes em plantas de batata para que estas produzissem mais proteínas e aumentassem o seu valor nutricional.
# Em 1990 foi criada a primeira vaca transgênica. O leite produzido pelo animal possuia proteínas idênticas ao leite humano (materno) para crianças.
Em 1994 foi aprovado para a comercialização o primeiro produto destinado a alimentação proveniente da biotecnologia vegetal: o tomate transgênico. Esse tomate além de saboroso, tem seu amadurecimento retardado, isto é, demora muito mais tempo para estragar mesmo fora da geladeira.
Foi aprovada em 1994 a primeira planta transgênica foi desenvolvida. Trata-se de uma soja designada com grande resistência a um herbicida (glifosato).
O arroz dourado, enriquecido com betacaroteno (encontrado vegetais em cenoura e beterraba), foi desenvolvido na Alemanha em 2000.





Retirado do blog: http://diariodebiologia.com/2009/07/organismos-geneticamente-modifcados-curiosidades/




A biotecnologia é a responsável pelos organismos geneticamente modificados (OGM) ou transgénicos.
Os centros de pesquisa de modificação genética e molecular de sementes para aumentar a produtividade, e torná-las mais resistentes a pragas, são a maior novidade da agricultura moderna.
  • Os OGM’s são organismos com o genoma manipulado, a fim de beneficiar uma certa característica para um certo fim.
  • As alterações no genoma são feitas através da técnica de DNA recombinante.

Este salmão geneticamente modificado (em cima) atinge o tamanho de um salmão normal (em baixo) em metade do tempo.
Maravilhas ou perigos da engenharia genética?










Vermicompostagem

Palestras Geral
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CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Annelida
Classe: Oligochaeta
Ordem: Haplotaxida
Família: Lumbricidae

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

As minhocas se alimentam de organismos animais mortos e diversos tipos de vegetação (plantas e folhas). Durante o movimento, elas ingerem terra, aproveitando todo material orgânico e eliminando a terra.

As minhocas não possuem sistema auditivo nem mesmo visual

Vivem enterradas, construindo galerias e canais, arejando a terra

São muito usadas na pesca como iscas pelos pescadores

Seu corpo é formado por anéis. Numa extremidade fica a boca (sem dentes e mandíbulas) e na outra o ânus

A respiração da minhoca ocorre na pele (respiração cutânea)

Elas são hermafroditas, pois cada uma possui testículos e ovários. Porém, uma minhoca não é capaz de se reproduzir sozinha, necessitando sempre de uma outra para a troca de espermatozóides

As minhocas também possuem a capacidade de regeneração.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:

Peso: em média 30 gramas
Comprimento: 15 cm na média (algumas espécies podem chegar a dois metros)
Maturidade sexual: 6 a 18 meses



Retirado do blog: http://tudosobreminhocas.blogspot.com.br/


Minhocas Gigantes




fotos retiradas do blog : http://medob.blogspot.com.br/2009/05/minhocas-gigantes.html